As três modalidades são usadas. A mais comum é ir ao apartamento da acompanhante, com uma entrada breve e sem recepção no meio. A segunda é a saída para o hotel, muito pedida por quem está de passagem e não quer se deslocar muito. A terceira é a domicílio, cômoda para quem mora perto e prefere não sair de casa.
O circuito é sempre o mesmo e não tem mistério: você entra no perfil, olha fotos e descrição, e escreve por WhatsApp para o número que aparece. Nada de intermediários nem de reservas por terceiros. Nessa conversa se define tudo: dia, hora, duração, modalidade e serviços. Só com isso fechado chega o endereço ou o ponto do encontro.
O que se combina por mensagem se respeita no local: não é hora de renegociar na porta nem de pedir coisas que não foram conversadas. Chegar arrumado, no horário marcado e avisar com tempo se complicar são gestos mínimos que depois se traduzem em ser atendido de novo. A cortesia, aqui, é o melhor cartão de visita.
A oferta da região é variada e com muita independente: meninas jovens, mulheres mais velhas com agenda seletiva, uruguaias e estrangeiras. Em serviços você vai ver desde massagens e encontros breves até encontros longos, acompanhamento para um jantar e a modalidade GFE. Como cada uma define seu próprio cardápio, o que diz o anúncio vale mais do que qualquer ideia prévia.